Prólogo Nome: São tantos nomes, tantos rostos. Por hora basta que me chame de Sandman se te faz feliz Local: Aqui, alí, acolá, onde a próxima página em branco se abrir O que amo: Contos, RPG, Musica, Livros, Poesias, Filmes, beijos O que odeio: Palavra forte demais O que não tolero: falsidade, hipocrisia, pergunta idiota, gente futil. Minhas Metas: Ser feliz não importa onde Direitos Autorais: © Todos os direitos são reservados. Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610 de 19/2/98. Violá-los é crime estabelecido pelo Artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Se você quiser copiar, não esqueça de divulgar a autoria.
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12:25 PM Dom Quixote
![]() Sabem, Quando somos jovens temos uma alma cheia de vontades e indicações a atos heroicos. Acho que é exatamente quando sua personalidade e carater começam a ser talhados. Eu sempre achei que podia abraçar o mundo e proteger os meus. Sempre. Acho que desenvolvi meio que uma sindrome macho alpha. Não sei explicar. Junto a este temperamento, desenvolvi um fator de acreditar e confiar, mesmo quando as coisas estão fadadas a um fim,ou a dar errado. Eu como todo brasileiro não desisto nunca. É engraçado isso. Engraçado e revoltante na verdade. Existem dias que eu realmente me decido a encarar as coisas de outra forma, a me convencer de que os caminhos que sigo não são os corretos, ai me afasto, acho que numa tentativa estupida de não sofrer, não me machucar,nem magoar. Ou magoar as pessoas que me cercam. Ai, como um onaufrago bem no meio do oceano eu enxergo a porra de um farol. Sabe aquelas luzinhas amarelas que ficam piscando la nos quintos dos infernos nos filmes? Quando tem ondas de 4 metros de altura e tá lá o maldito farol somente pra você enxerga-lo. É a chamada luz no fim do túnel, ou da onda, tanto faz. Voce nada com as suas ultimas forças,esquece que ja tinha entregue sua vida a alá. Are baba.. E nada até o farol, quando vc finalmente consegue nao se afogar no caminho... Puff.. a luz acaba. E lá está voce novamente entregue a deriva. É.. a vida é assim e quem foi que disse que ia ser fácil Dom? Uma hora voce descobre que dragões não são moinhos de vento. Um credito a música da minha vida. Sim, eu estou deprê.. não que isso vá influenciar muita coisa na sua vida. Muito prazer, meu nome é otário Vindo de outros tempos mas sempre no horário peixe fora d'água, borboletas no aquário Muito prazer, meu nome é otário na ponta dos cascos e fora do páreo puro sangue, puxando carroça Um prazer cada vez mais raro aerodinâmica num tanque de guerra, vaidades que a terra um dia há de comer. "Ás" de Espadas fora do baralho grandes negócios, pequeno empresário. Muito prazer me chamam de otário por amor às causas perdidas. Tudo bem, até pode serque os dragões sejam moinhos de vento Tudo bem, seja o que for seja por amor às causas perdidas Por amor às causas perdidas tudo bem...até pode ser Que os dragões sejam moinhos de vento muito prazer...ao seu dispor Se for por amor às causas perdidas por amor às causas perdidas Dom Quixote - Engenheiros do Hawaii Rabiscado por Sandman 10:27 AM Com a palavra: Meu coração
![]() E hoje acordei deixando-o falar ainda mais alto do que ele fala todo dia. Amanheci com ele a gritar, a brandir aos ventos o quanto te precisa. Tu que derrubou barreiras, tu que se chegou valente e decidida, que enfrentou tempestades e espinhos para hoje, eu poder dizer em alto e bom tom que es absoluta. Que te necessito como do ar que me rodeia para respirar. Hoje acordei ainda com mais falta tua. Com uma saudade que me aperta o peito e me faz chorar. Hoje eu acordei com teu nome a retumbar em minha cabeça, com teu rosto desenhado dentro dos meus olhos. Hoje.. e ouso dizer que não só hoje, posso afirmar que te quero não apenas como namorada, mas como mulher. Hoje, aqui neste post que espero que leias.. pois por ser um presente e não quero avisa-la, quero dizer.. e quem sabe pedir: Quer casar comigo? Ser minha mulher? Pois já não vivo sem você. E respirar me doi se o ar não tem teu cheiro. E todo o cheiro que quero é aquele que emana de seus cabelos. Todo gosto que quero é o sabor que flui dos teus lábios. Todo calor que quero sentir é o do teu corpo no meu, da tua pele em comunhão perfeita com a minha. É todo o amor que quero ter e fazer. São em seus braços que quero acordar, não apenas por uma semana.. mas pra sempre.. É em teu ouvido que quero sussurrar... as palavras que prometemos dizer um ao outro apenas quando tivessemos certeza e temos.. Eu te amo. Amo e amo. Admito, me roubou e conquistou por completo. Amo. E sou feliz porque te amo. Sei que nossa música é outra, sei que são inumeras que fazem parte do nosso top hits.. mas existe uma que quero dedicar a você, minha narizinho. All I Ask Of You (tradução)
Rabiscado por Sandman 3:49 PM Basta!
![]() Rabiscado por Sandman 12:19 PM 101 curiosidades
Recebi da Camilinha do Il corso del vento um meme algum tempo atras e tinha me prometido responder antes do ano que vem. Então hj, antes do ano que vem, to postando as 101 curiosidades acerca deste blogueiro que vos cerca. Recebi ajuda da Dona do Morro para que pudesse falar de curiosidades que eu conheço em mim, e de que outra pessoa vê em mim. Os comentários entre parênteses são meus, obviamente.
Pronto!!!! Foi e eu achei que esse trem nem acabaria mais. Argh. Como contra-partida, eu queria ver este meme no ano que vem, nos blogs abaixo: Rabiscado por Sandman 2:05 PM Ahh o Destino - Conto a 4 mãos
Abrir o pacote. Quantas pitadas de sal? Não eu não estou nem um pouco concentrado em lembrar da receita. Talvez porque não esteja também interessado em reunião com amigos casados em casa. Eles acham que porque você é solteiro devem fazer reuniões e reuniões levando amigas das esposas. Quem sabe assim você, coitado solteiro inveterado, sai da vida de boêmio e encontra aquela meia para os seus pés em noite fria. Acho que a cabeça deles não concebe jamais as maravilhas que existem nesta vida de solteiro. Por exemplo. Não pensam em quão anestesiante pode ser uma ida ao supermercado da vizinhança. Não sabem o que podem encontrar na prateleira de trás quando vc tenta retirar a ultima latinha de molho de tomate. Eu não sabia, até ver aquele par de olhos negros. Eu sorri, ela sorriu sem jeito, mas não daquele sem jeito timidamente caipira. Um sem jeito daqueles que te faz querer olhar mais e desvenda-la inteira. Demonstramos alguma compatibilidade ao brigar pela mesma latinha de molho de tomates à bolonhesa. Um sorriso sem graça. Um gesto cavalheiresco. Eu cedi a lata. Ahhh mas eu tinha um jantar pra fazer. Que se dane o jantar. Que se dane a lata de molho de tomate. Ela sorriu, quis devolver a lata eu me fiz de pomposo e neguei, como todo homem gentil. Cede-se um pouco, ganha-se adiante, caminha pela prateleira e então consegue vê-la inteira. E descobre-se que alem dos olhos ela tinha mais atributos. Esse é o bom da vida de solteiro. Cada saída pode se tornar uma caçada. Alvo detectado. Olhos negros, cintura fina, coxas grossas. Cabelos negros e compridos e um jeito de quem pode devorar você quando menos esperar “Oi. Tem um excelente gosto para molho de tomate” Piadinha besta e sem graça. Mas sempre cola. E ela sorriu, talvez me achando idiota demais, eu não sei. Quando pequeno queria ser mutante e ler pensamentos das pessoas. O perfume dela. O perfume.. o cheiro.. e o cheiro do alho que já havia torrado na frigideira. Droga. Maldito jantar. As terças era o ritual das compras. Sempre tive a impressão de que todas as terças no supermercado se repetiam como as infindáveis voltas em um carrossel. Os panfletos com as promoções do dia em uma cesta na entrada, “frágeis” mulheres empurrando os carrinhos abastados e pesados em contraposição àquelas com os alimentos básicos à sobrevivência, a criança que dá birra querendo mais uma guloseima e a outra de olhos brilhantes que a simples ida ao supermercado era o passeio do mês, senhoras a escolher as melhores verduras na mesma conversa sobre o aumento dos preços. E este era o ápice das cestas de verduras, a conversa iniciava-se com a alta do preço da batata para a política do senso comum culpando o Presidente da República do Brasil. Descaradamente eu participo da conversa com meneios afirmativos com a cabeça para que se sintam a vontade de continuar o debate político sobre as batatas e o presidente. Deixo-me perder-me entre todas aquelas vidas que se punham a minha frente, abro espaço para participar dos diferentes mundos tão comuns, mas em nenhum momento acredito que consigam penetrar o meu, ou não. Talvez exista alguém a observar o mundo repetitivo dentro do supermercado e eu esteja incluída em seu elenco. Deixei a seção do debate para tomar o último item da lista e encerrar o ritual. Como todo ritual segue padrões, o meu era terminar com a latinha de molho de tomates. Não era uma simples lata. Ela vinha carregada de um valor simbólico. Era o portal para deixar aquele mundo, o ponto final. E naquele dia em especial havia apenas uma na prateleira, o último trem do dia, a única alavanca que parava o carrossel. Segurei-a com firmeza e eis que uma outra mão também a desejava. Eu não podia soltá-la. Inclinei a cabeça para o lado e espiei pelo vão feito entre a minha lata e os outros molhos que não me interessavam. Tive a visão de um olhar sério que aos poucos se desfez para iluminar-se em um sorriso. O olhar prendeu-me e fiquei sem reação. Eu não consegui lê-lo, ele não fazia parte do mundo das terças. Ritual quebrado. Como ele ousava? Em um gesto cavalheiro ele cedeu a lata. Eu tomei-a para em seguida sentir-me envergonhada por meu egoísmo. Ele continuava sorrindo, eu sorri de volta. Vi o reflexo distorcido do meu sorriso tímido e acanhado na lata e devolvi-a, mas o homem não aceitou. Fiquei a segurá-la como um troféu e única palavra que consegui pronunciar foi um bobo “Obrigada!”. Não sou tímida, mas não consegui dizer mais nada e confesso que tive vontade de mandar um “você vem sempre aqui?” só pra puxar assunto. Ainda bem que não o fiz! Ainda espiei-o pelo vão enquanto ele sumia pela prateleira. Vi-me como uma completa idiota! Abaixei a cabeça, o olhar a procurar um lugar pra meu troféu no carrinho.Eu já ia colocar o ponto final quando ouço a voz máscula e macia atrás de mim “Oi. Tem um excelente gosto para molho de tomate”. Uma frase tão tola quanto a minha, mas arrepiou-me ouvi-lo. Voltei-me para ele, sorrindo. Estudei-o fisicamente, assim como ele fez comigo, era notável o olhar dele percorrendo meu corpo. Camisa social por fora do jeans, os cabelos em um bagunçado proposital, traços faciais simétricos. Um conjunto belo aos meus olhos. Aproximei e estendi a mão livre, porque na outra eu ainda segurava a lata. Aperto firme, mão forte que tentou ser delicada junto da minha. “Oi. É. Você também tem.” Olhei para a lata, olhei para ele. Coloquei os cabelos atrás das orelhas em um costume quando fico um pouco nervosa. E sei lá a razão que me fez falar aquilo, mas falei “Podemos dividi-la em um jantar”. Na verdade sei. Foram as mãos dele que me induziram. Quando a soltei, veio a vontade de segurá-la novamente. Finalmente fui transportada e arrancada do meu transe hipnótico para o restaurante, por Marco que reclamava em alto som o molho. Marco é um célebre mestre da cozinha e nunca entendi porque fazia questão de um molho pronto para a refeição dele. Expliquei que havia acabado. Ainda ouvi alguns desaforos, mas o troféu estava bem seguro no meu carro para ser partilhado, sem egoísmo. Quem disse que solteiros não podem ser cavalheiros? Acho que somos a espécie mais gentil que existe. Tudo bem que geralmente pensamos no que vamos ganhar com cada “Bom dia”, “Obrigado”, “Vc primeiro”, que dizemos. Geralmente aguardamos que os pagamentos sejam feitos em largas camas de lençóis macios, ou nem tanto. No momento eu estava apostando todas as minhas fichas naquela devolução do meu molho de tomate. Havia uma certa magia atrativa no sorriso dela. Aquele sorriso de falsa tímida. Existem 4 tipos distintos de mulher. As que não são sexy e sabem disto, vão viver a vida de forma a trabalhar melhor seu intelecto ou coisa assim. As que não são sexy e acham que verdadeiramente são. Estas são um fiasco. As que são sexy e sabem eu são e por deus, estas provocam guerras, como Helena de Tróia,. E existem as que são e fingem que não são. Estas, dominam o mundo. E era exatamente diante desta espécie que eu, o caçador estava. Não tive pudor algum de correr meus olhos no corpo que ela tinha, e que corpo. Pernas firmes e grossas, seios na medida exata da minha boca. Uma boca que despertava os mais ilícitos pensamentos para aquele horário. Um primeiro contato fora feito e eu precisava prolongar. É engraçado como sempre que você precisa, as melhores frases do manual desaparecem de sua mente como por encanto. É.. eu sei que a frase que soltei não merecia o troféu de casanova do ano. Mas tava bem pro clube dos canalhas. Eu sorri novamente, ela parecia tímida, na verdade um jeito atraente de timidez. Ela me olhou, os tempos estão mudando. E eu me culpei por não estar vestido a caráter. Certo, solteiros não são o top list da elegância ao vestir eles gostam de ser despojados, de sentir-se a vontade, algo como macho dominante, este espaço é meu. Eu esperei que os olhos dela subissem para focar os meus. Olhos negros, olhos negros. Havia o perfume. Ahhhhh o perfume dela, já havia tomado toda aquela sessão. Um perfume levemente doce e picante. Ela estendeu a mão, eu brinquei de ser conde mais uma vez, beijei-lhe a mão. Mas daquela forma proposital que quer arrancar um frio da barriga. Daquela forma que chega a quase molhar a pele entre os dedos. Há uma similaridade no espaço entre os dedos e o sexo feminino. Há muito mais prazer capaz de se extrair do corpo humano. “Alexandre” Ela retribuía a minha piada sem graça, com um complemento bobo. Isca.. e logo o convite.”podemos dividi-la num jantar” Peixe fisgado. Eu ou ela? Isso eu iria descobrir, no momento eu tinha um jantar pra cancelar. Ou não.. Passei a mão pelos cabelos bagunçando-os ainda mais num gesto quase simultâneo ao que ela fazia colocando atrás das orelhas. Confesso que tive vontade de morder o pescoço que surgia diante de mim. Culpa daquele cheiro que vinha dela. E a resposta. Céus.. a resposta para o jantar. De um lado uma reunião com amigos casados que iam me apresentar alguma amiga chata para passar a noite comigo. Do outro lado uma mulher gostosa me convidando para um jantar com algo mais. Ah foi uma escolha muito difícil.. nem têm noção do quanto. “Se me deixar cozinhar.. “ Alguem gritava por ela, e eu não desviei o meu olhar nem por um segundo. Retirei da carteira meu cartão pessoal e entreguei a ela. Uma pequena inversão de papeis, e caminhei até o carrinho dela. Oras eu ia fazer o jantar, nada mais justo. Tomei a lata de molho de tomate. “as 20:00h” Não são todos os dias em um supermercado que uma latinha de tomates se transforma em um jantar. Um jantar com acompanhante educado e despojadamente elegante. Fiz o convite e reafirmo que não partiu apenas de mim. As mãos dele eram as culpadas. Eu sabia que elas queriam me tocar e precisava tocá-las novamente. E para completar, o beijo demorado e delicado de um “lord” nas costas da minha mão.Suavemente molhado. Eu estava ali, presa entre os lábios e a mão dele. Creio que fiquei corada, senti a mesma sensação de quando recebi meu primeiro beijo. O calor subindo pelo meu corpo até ser estancado na face. Certamente fiquei corada. E há quanto tempo eu não tinha essas impressões? Não me recordo a última vez. Eu não queria tirar minha mão dali, o arrepio percorreu todo meu braço, meu corpo, e parou na base da coluna. Era apenas um beijo na mão. Um beijo e na mão... Se eu tivesse tido tempo poderia entregar-me aos devaneios de imaginar mais, mas...Foi a voz dele que me trouxe de volta à realidade. “Alexandre”. Alexandre, não tire teus lábios designadores de desejo de minha mão. Apenas mais um segundo, dai-me de presente mais um segundo. Cruelmente o tempo acabava. As prateleiras erguiam-se ao meu redor. Ele soltava-me. Realidade. “Dalila” Alexandre ajeitava os cabelos, passava os dedos, os fios deslizavam suavemente. A cena em câmara lenta. Invejei os fios. Quanto tempo passamos naquela conversa boba eu não sei, alguns minutos entre a lata, o toque e o meu convite. Coloquei meus cabelos atrás da orelha, juntei as mãos atrás do corpo em um gesto meio infantil. Agora percebo como estava envergonhada, então o esperei responder. Sim? Não? . “Se me deixar cozinhar”. Alguém gritava pelo molho. Quem era mesmo? Eu não lembrava o nome dele o “Se me deixar cozinhar” retumbou de tal forma em meus ouvidos que não conseguiram compreender nada mais. Olhos nos olhos. “Eu deixo se permitir que eu escolha o vinho.” Alexandre me entregou um cartão e propositalmente deixei meus dedos resvalarem-se nos dele e escorregarem-se brandamente para tomar o cartão. Simples gestos podem ser muito prazerosos, pena que a rotina nos faça desprezar as várias possibilidades do tato. No gesto seguinte ele prendeu-me em meu momento de alucinação das terças, retirou o ponto final do meu carrinho. Deixou-me presa nos caprichos da minha imaginação. E como detentor da chave da realidade ele impôs o horário das 20h sem ao menos esperar minha resposta. Fiquei de costas, o cartão próximo aos lábios, das narinas e eu ainda podia sentir resquícios do cheiro dele no pequeno pedaço de papel. Permaneci assim até que ele partisse. Escorreguei brandamente o cartão pelo pescoço, tronco, até que ele encontrasse o bolso traseiro do jeans. Lembrei-me do meu suposto observador e não me importei eu tinha um jantar. E antes dele preparar o jantar era eu quem teria que me preparar. Rabiscado por Sandman 11:51 AM ERRATA
Devido ao meu estado de espirito conturbado ontem, em meu bate-papo comigo mesmo cometi uma gafe a respeito do Fiat Voluntas Tua. O projeto que me referi como uma analogia ao que queria dizer a respeito de fazer o que vc quer, na verdade não é composto por escritores amadores. Mas a parte do Eu amador, não foi errata. Então ficadica: Fiat Voluntas Tua, publicação de textos de escritores promissores. Beijo a todos e desculpem a gafe a intenção não foi desfazer do talento de ninguem, nem mesmo era a divulgação do projeto, mas dar simbolismo ao que eu dizia. Rabiscado por Sandman 12:35 PM Diário de velotró!
Hey vc aí!! É vc mesmo ow curioso que fica aqui lendo a vida dos outros Ah foi mal.. vc nem tem culpa. Alias ninguém tem. Nem mesmo eu. Vem cá.. me diz.. vc já se sentiu alguma vez incompreendido? Talvez pq a sua “compreensão” faça parte do seu mundo apenas. Então vc se torna um Ditador. Engraçado que hj eu recebi um regulamento para participar de um livro de autores amadores. “Fiat voluntas tua” eu amo o irmão destino. Ele sempre aparece quando eu nunca quero ver a cara dele. Certo.. e pq eu to irritadiço? Bom. Eu to desenvolvendo uma técnica nova de me irritar. To tentando,... tentando mesmo, conter a besta fera que mora em mim. Saca o Bruce Banner? Pois é, sou eu. Numa versão 3º mundo de baixa produção e nordestino. Acho que a palavra chave para alguns momentos é mudança. Seja independente, seja de comum acordo. Mudança. Mudar quer dizer evoluir.. bom nem sempre.. Mas acho que para balancear, eu vou ter que mudar outros pontos também. Preciso debater sobre isso. O que acontece quando vc já cede algumas coisas, e acaba condenando tantas outras? Ex: Você gosta de feijão pra caralho.. mas nãocome feijão pq da gases e quem divide o lençol com vc pode ter uma alergia tóxica fulminante?! Vc para de comer feijão. E aí para de ver futebol, entende quando demoram no banho, quando não podem ir com vc na padaria, quando seu chefe ta de TPM, quando seu cachorro te vira a cara, quando não quer ir ao cinema sozinho, quando compraram o ultimo livro que vc queria 2 minutos que vc se distraiu pra atender ao celular. Quando vc era tolerante. Aí o mundo diz que vc ainda tem que mudar. Deve ter mesmo. Há todo uma problemática acerca da Ditadura. Pq existem coisas que vc é apegado como por exemplo ver TV de cueca, ou comer geleícos até ficar com dor de barriga, ou chegar em casa e querer o silêncio. Ter seu tempo pra criar no trabalho, detestar serviço porco, gostar de musica clássica enquanto 98% + 1 da população da sua cidade curte mesmo é um bom pagode. Mas aí algum desses pontos incomoda. No inicio não. Mas depois começa a incomodar e vc tem que mudar. Tem que ceder a mais alguma coisa. A balança vai pender pra um lado só né. Pro seu, que ta abarrotado de coisas que vc já não fazia mais.. Mas tudo bem, é só mais uma coisa seu aprendiz de Hitler! (dramático heim?) Me diz aí ow da janela. Ceder mais um e arriscar abaixar demais? (meu pai diz que quem muito abaixa mostra a bunda hausahushausashau) ou.. ceder deste lado, mas empurrar algo pro outro tb? Dizem os sábios que toda mudança acarreta adaptações. Então é esta a palavra do mês. Adaptar. v.t. Ajustar, adequar: adaptar uma peça à máquina. / Transpor uma obra literária para outro meio de comunicação: adaptar um romance ao cinema. / Pôr em harmonia, em conformidade: adaptar a linguagem ao tema. / Fig. Aplicar convenientemente: adaptar os meios ao fim. / &151; V.pr. Acomodar-se, conformar-se: adaptar-se às circunstâncias. Rabiscado por Sandman |